O fumo teve origem na América Central, nas proximidades da cidade de Tobaco, região de Yucatán em 1520, que os colonizadores espanhóis viram pela primeira vez, a planta sendo usada pelos índios. Os índios chamavam esses charutos ou cachimbo de tabaco, e utilizavam para espantar os mosquitos. Também, existem relatos, que a origem do nome da planta tabaco, foi denominada pelos colonizadores em homenagem à localidade onde a encontraram pela primeira vez Tabaco. (BALBACH, 1999).

A primeira descrição da planta de fumo foi feita por Romano Pene, parceiro de Cristóvão Colombo em sua viagem ao Novo Mundo. Em 1559, mudas da planta foram levadas para Espanha por um médico espanhol e posteriormente para Portugal. No ano de 1560, Jean Nicot, plantou no quintal de sua embaixada e usava as folhas em forma de rapé para dores de cabeça. Deve-se a ele a denominação de nicotina. Anos após, o fumo chegou à Itália e em 1585 na Inglaterra e na metade do século XVII, o hábito de fumar se alastrou na Europa e no mundo. Abriram-se muitos lugares que disponibilizavam o tabaco, e o hábito de fumar se tornou comum tão como hoje o cafezinho.

Ao longo do século XVIII, o uso do cachimbo ficou restrito às classes populares. O tabaco em pó (aspirado pelo nariz) foi o escolhido pelos nobres. A “pitada” (gesto de levar o tabaco ao nariz) tornou-se um sinal de elegância que ganhou também a aceitação por parte das mulheres, nos salões de beleza.